PDT – O partido perde e muito com a saída de Rygo e Onevan. Bons de voto, os dois parlamentares sustentavam o partido no estado. Agora resta ao Braga manter o brizolismo ativo em Mato Grosso do Sul.
Em tempo – Dagoberto e Schimdt conversaram com a Executiva Nacional e destituiram Rygo do comando do PDT. Sozinho e num partido com lideranças de potencial eleitoral baixo, Dagoberto vai ter que correr duro para se viabilizar candidato ao Senado.
Felipe Orro – o ex-prefeito de Aquidauana é do PDT. Vai ter que fazer muitos votos para conquistar uma vaga na Assembléia em 2010. Se o partido fechar com o PT, Felipe ficará de fora assim como Raul Freixes em 2006.
Freixes – em 2006 disputou uma vaga na AL pelo PTB coligado ao PT. No final das contas, a coligação elegeu apenas deputados petistas. Kemp, Duarte, Teruel e Amarildo todos bons de voto.
PSDB – sofreu inchaço com a adesão de Rygo e Onevan. Deputados com densidade eleitoral beneficiarão o candidato tucano que disputar a presidência, seja José Serra ou Aécio Neves.

Marisa – a senadora disse que o BDR (Bloco Democrático Reformista), formado pelo PPS, PSDB e DEM, elege 6 deputados estaduais e 2 federais no ano que vem.
Bloco – pode reeleger Rygo, Onevan, Rinaldo pelo PSDB; Zé Teixeira pelo DEM e Diogo Tita pelo PPS. A outra vaga deve ser do primo da senadora, o ex-prefeito de Jardim Márcio Monteiro.
Câmara – Reinaldo Azambuja seria o deputado federal eleito pelo PSDB. Já Murilo, seria acomodado como candidato ao Senado na chapa de André e a atual deputada estadual Dione Hashioka de Nova Andradina poderia ser o nome do PSDB para a vice-governadoria.








